segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Seus acólitos!!!

do Lat. acoljthu < Gr. akólouthos, o que acompanha s. m., Ecles., o que tem o quarto grau das ordens menores*; o que acompanha; ajudante; auxiliar. ______________________________________________ * Vem cá, o que seria o quarto grau das ordens menores??? Depois de uma avaliação acadêmica provocante de risos - de pânico - nada melhor do descobrir novas palavras brasileiras.

domingo, 25 de novembro de 2007

Proibido sentir???*

Jesus disse: "Minha alma está profundamente Triste, numa tristeza mortal" ( Mc 14.34)

Ler Salmo 42

Uma das coisas mais incríveis da fé crista é crer num Deus que se fez homem. Como pode se isso? Explico. Muitas vezes as pessoas se sentem deprimidas, arrasadas, confusas, desnorteadas por situações que as pegam de surpresa. Se forem cristãs, dependendo de sua tendência religiosa, reprimem ou negam tais sentimentos, afinal " quem é de Jesus esta sempre alegre ", não é mesmo?! Claro que não! Outros, que talvez não se relacionem com Deus de maneira mais íntima, caem em profunda tristeza e só vêem nuvens escuras e um túnel sem qualquer luz a não ser a do trem vindo em sua direção para aumentar o desespero.
Não tem em quem crer e já não crêem mais nem em si mesmas, amargando por anos a fio um viver sem vida. Também não é preciso ser mais assim. A boa noticia é : Deus não apenas sabe o que sentimos, nem apenas entende. Ele também sentiu! Igual a mim e a você. Na pessoa de Jesus ele sentiu a dor da traição, da angustia. Deus não precisa fazer força para entender você, nem você tampouco, precisa fazer força para se explicar diante Dele. Ele entende porque também passou por isso.
O salmo que você leu antes desta mensagem fala de um homem tomado pelo desespero e que diz à sua própria alma: "Espere! Vai passar! Você ainda vai louvar a Deus como antes". Mas no momento da redação do salmo, só havia choro e dor. A razão do salmista estava pronta para dizer "espere", mas seu coração se angustiava pela tristeza. E é precisamente nesse dialogo do lógico com o emocional que a cura começa a se estabelecer e que o semblante pode novamente se mostrar alegre quando houver condições para isso. Enquanto a alegria não vem, lembre-se de que você não esta sozinho em sua dor. Deus passou por ela dois mil anos atrás e venceu, por você! e por mim!
Não existe nenhum sentimento, por mais absurdo que pareça, que Deus não possa entender.
__________________________________________________
*Texto publicado no "Pão diário" e gentilmente cedido por Mari.
Como me ajudou, E MUITO, durante esta semana, decidi compartilhá-lo com vcs.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Tentando controlar o mundo

Em um dos raros momentos de descontração, nada melhor do que encontrar notícias como esta aqui:
Cientistas criam robô capaz de controlar baratas

Tá aí, é por isso que eu amo os europeus. Eles sim sabem o que é ciência útil!!!
Agora, já pensaram o que poderia acontecer se o cérebro criado por humanos se descompensasse??? Ataque maciço de baratas! Arghhh!!! Que nojo! Cadê o meu chinelo?

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Se meus olhos tirassem fotos...*

Estaria aqui a foto de uma incrível árvore que conheci hoje com placa dos seguintes dizeres:
VENDO.

É sério!
O mundo tá tão podre que tem gente já de antemão vendendo árvores...


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*Aceito receber humildemente uma digital de presente de Natal...

domingo, 28 de outubro de 2007

Velho grego X Pregador bíblico

O que não pode ser curado com medicamentos é curado pela faca, o que a faca não pode curar é curado com ferro em brasa, e o que isso não pode curar deve ser considerado incurável.

Hipócrates, cerca de 480a.C





É claro que ele não tinha os conhecimentos psíquicos (ainda ínfimos) que temos hoje, nem as palavras de Paulo em Hebreus 4.12:


Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.


domingo, 21 de outubro de 2007

Para refletir e comentar:

V I D A
A___O
C U BO

incubadora
carrinho
apê-kitinete

carro
[arranha-céu
pc
quadradas]
carro melhor

casa
televisão
caixão

by Flucka, 21/10/2007



[]

Novo vírus encontrado
Deletar
Baixar atualizações
Reiniciar

Novo software encontrado
Rodar
Novo vírus encontrado
Deletar
Reiniciar
Reformatar

by Flucka, 21/10/2007

sábado, 20 de outubro de 2007

domingo, 7 de outubro de 2007

Slogan de propaganda???



"Uma bela de uma bofetada ou seu dinheiro de volta!"


Peculiaridades da língua

Segundo o livro de reumato:

Teste do Látex: teste para se determinar se há aglutinação sanguínea, decorrente da presença aumentada de imunoglobulinas tipo IgM. Se for positivo, pode indicar presença de artrite reumatóide.


Segundo o dicionário alemão-português:
Solei: ovo cozido em água salgada; ovo conservado em salmoura.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

High points

Lamentavelmente não tenho tempo para mais nada esta semana, além de desfrutar da companhia de livros e mais livros - o que uma semana de provas em ambas as instituições cursantes não faz... Posto a seguir pequenas diquinhas para esta semana e que eu estava morrendo de vontade de conferir. Já que eu não posso fazer nada melhor do que estudar, talvez você queira fazer algo melhor que eu, né?! =)


Descobri ontem andando pelo Largo da Ordem que esta semana está acontecendo a 3ª Mostra de Dança da Faculdade de Artes do Paraná! Nem sabia que havia este evento todo o ano nem que era gratuíto e morro de vontade de participar das oficinas, apresentações e debates. Bom, talvez eu consiga dar uma passadinha lá...

Seguindo no campo das artes, de hoje até quinta (dia 27) tem o Ciclo de Palestras Teatrada, evento gratuíto realizado pela Fábrica de Comunicação e que é feito de palestras e teatro - óbvio. Começa todos os dias às 19h30, lá no auditório do Pólo de Comunicação da UFPR (Rua Bom Jesus 650 - Juvevê).

Ainda dá tempo de conferir também a 4ª Mostra Latino-americana de Artes Visuais - Ventosul! É só entrar no site e ver o que ainda tá rolando em Curitiba. Ela promete não só trazer mostra de filmes e palestras, mas intervenções dentro e fora dos museus que mudarão a cidade.

Eu fui dia 13 na abertura e amei a junção de arte de telas, com motores e lego... MUITO LEGAL MESMO! Parece que a Mostra vai ficar até novembro por estas bandas.


Agora, não tem nem como estas atrações competirem com o Cirque du Soleil, né?! Desde a semana passada em Curitiba, deve ter estourado o número de ingressos para Alegría. Como não tenho condições de pagar 200 reais por uma apresentação nem tempo sobrando, contentarei-me em voltar para as folhas xerocadas ou emprestadas e tentarei me comprazer com outras delícias da vida...

Á la árabe

Depois de marcar e desmarcar o nosso encontro de Luluzinhas (nerds?) na quarta, Melina, Debs e eu acabamos nos encontrando na reitoria. Papo vai, papo vem, passamos em frente ao restaurante e pensamos: Porque não?* Hmmm, me dá água na boca só de lembrar do quibe cru, facushi, sfiha e pão árabe que comemos no Baba Salim!!! Ainda descubro a receita do facushi e publico aqui, porque é MUITO BOM!


Ainda na quinta e na sexta, tive a oportunidade de ver a Caligrafia árabe de Moafak Helaihel, mostra de arte exposta na reitoria da UFPR até o dia 21. Claro que já havia visto palavras escritas em árabe na mesquita da cidade e volta e meia na tv, mas nunca achei que ela poderia ser tão variável e bonita. Não adianta, gurias, por mais que eu queira um dia aprender a escrever assim, o mandarim vem primeiro, viu? ;)




Falar em caligrafia me lembra da reforma ortográfica. Sabiam que ela foi mais uma vez adiada? Pois é, era de se esperar mesmo. Afinal, as editoras têm que lucrar com tudo isso e se em 15 anos elas não conseguiram... Só foi mesmo engraçado que se chegou a gerar todo aquele alvoroço...

____________________________________________
*Mais uma vez confirmando que aqui, pra marcar algo, melhor marcar em cima da hora mesmo!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Aquele verbo: Querer

Eu queria voltar no tempo, só um pouquinho, para recobrar partes de mim que na correria da estrada da vida ficaram para trás.
Eu queria ter a vitalidade de antes e acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas se amam
Eu queria ser alguém diferente, viver em um lugar diferente, ser bem mais paciente
- e energética quando precisasse.

A verdade é que a gente vive querendo, vive desejando, vive se quebrantando e, apesar disso, amando.
Mas que tipo de amor é este que se cobra muito mais do que se doa?
E o quê que falta?

domingo, 2 de setembro de 2007

Cuidado, veneno na grama!

Eu já devo ter passado umas 30x pela placa desde que a colocaram no retângulo gramíneo em frente a um prédio de luxo do Champagna, bairro nobre de Curitiba. Não acredito que adiante muito colocá-la, afinal os cachorros não vão ler a placa.

Fazendo uma relação meio esdrúxula com fatos que vem acontecendo no esporte e que mais uma vez viraram notícia esta semana: tem muito atleta morrendo em campo mesmo sabendo que ele tem algum problema e que deveria parar. Acho isso uma falta de respeito aos atletas e até mesmo anti-ético!

Tá certo que na maioria dos estádios falta um desfibrilador (DEA) e um maior espaço para a ambulância entrar, o que já é causa de preocupação. Segundo Samir Ale Balk, que foi meu professor de Neuro e que trabalha no SAMU, cada lugar aberto, de grande circulação de pessoas deveria conter pelo menos 1 DEA. Isso significa que não são só os estádios brasileiros, mas que também os shoppings, grandes supermercados e calçadões teriam que ter ao menos um; algo que já é comum no Japão.

Apesar de parecer um negócio complicado, é bem mais simples de manusear do que se imagina: a máquina dá todas as instruções necessárias e trava quando houver uso incorreto dela.

Quer ver uma demo?

Maiores informações

sábado, 1 de setembro de 2007

O Ministério da Saúde adverte: “Fumar pode causar uma morte lenta e dolorosa”

Quarta-feira passada (dia 29) foi o Dia Nacional de Combate ao Fumo.
Estive na Boca Maldita, para dar mostras do pouco que já aprendi com meus três anos de estudo da fisioterapia na Evangélica. Para mim, também foi mais uma amostra de como a gente, sem querer, acaba se abitolando com o passar do tempo, perdendo às vezes a noção da importância do nosso trabalho - o que vale para qualquer campo profissional, não só para os profis da saúde.

Foi realmente ótimo relembrar o que tinha visto nos anos anteriores, através da realização de avaliações funcionais e conscientização das pessoas do quanto este tipo de vício pode fazer mal.

Para muitos, ver um pulmão enegrecido e duro pela ação do fumo no organismo ou saber que a sua atividade pulmonar não está tão forte quanto poderia estar, parece ter surtido efeito. Alguns disseram que já estavam fumando menos cigarros, outros, que fazia anos que não fumavam mais... Na verdade, tudo depende do estágio de dependência e da força de vontade da pessoa.

Aliás, não fumar, mas estar em ambiente fechado ou morar com outros fumantes - sendo fumante passivo -pode ser até mais grave do que ser fumante ativo, já que para o passivo não há filtro que separe alguns dos malefícios contidos no cigarro.

Acho que tudo isso, depende de um pouco de bom senso das pessoas e de uma melhor avaliação do que estão fazendo consigo mesmas e com os outros. Agir com preconceito, não leva em nada. Devemos odiar o vício, mas não as pessoas.
Enquanto não houver conscientização, pouco resultado se terá com proibição de propagandas e recados que demostrem os malefícios posteriores que se pode ter com isto.

“Fumar pode causar uma morte lenta e dolorosa”

domingo, 26 de agosto de 2007

TEMPOS MODERNOS

Ela: Quer casar comigo? Te dou casa, comida e roupa lavada.
Ele: Tenho uma proposta melhor. Eu te dou casa, comida e roupa lavada e tu trabalhas fora.
Ela: Fechado.

Apesar do trecho acima ser uma cena interpretada estes dias por amigos meus em tom de brincadeira, reflete uma realidade bem comum. Rendeu boas discussões callianas esta última semana sobre a posição da mulher versus do homem nos dias de hoje e quais os caminhos pelos quais estamos trilhando.
Enquanto que na época da minha avó, mulher era criada para viver dentro de casa, criar os filhos e não ter muitas ambições ocupacionais, e na época da minha mãe as mulheres queimavam sutiãs em praças públicas, eram feministas e pregava-se o amor livre, atualmente vejo que caminhamos (como comunidade) para um ponto provável de equilíbrio. Digo provável, porque não sei até que ponto o ser humano é capaz disso. Afinal, até mesmo quando estamos tranqüilos e felizes, precisamos criar pequenos entreveros para concretizar nossa felicidade... Mais uma vez vemos o quanto todo ser humano é dúbio e como, quando solto e sozinho, é capaz de arquitetar muita porcaria mesmo.
Mas, voltemos ao assunto original dos papéis humanos: Observo que nós mulheres temos uma grande vontade de mudar o mundo, ao mesmo tempo em que não queremos nos desgarrar do que é nosso, ou seja, do cuidar dos filhos, do feeling que adquirimos pela experiência histórica em criar os pimpuxos (também chamado de inteligência emocional pelos entendidos do assunto), da sensibilidade, enfim. Não estou afirmando que não somos capazes de tudo isso, mas começo a duvidar se nos sentimos (iremos nos sentir) felizes na posição de mãe trabalhadora que deixa sua filha durante o dia com a empregada. Afinal, qual o preço que iremos pagar por isso?
E, aliás, alguma de nós já parou pra pensar qual o papel masculino nisso tudo? Não é de se admirar que muitos homens fiquem confusos por não saber qual posição tomar em meio a tanto querer feminino. Queremos alguém forte ao nosso lado, mas ao mesmo tempo queremos ser forte também. Queremos viver o mundo deles, mas os criticamos por não terem tempo para os filhos e trabalharem demais.
Pergunto-me, até que ponto não somos egoístas e não desvalorizamos o que é historicamente nosso, como o prazer de ver os filhos crescendo e ter tempo para tomar um mate e ouvir os problemas das amigas. Afinal, o que estamos construindo para nós e o que queremos realmente?


*Em tempo: Há mais ou menos uns dez anos atrás o meu discurso seria bem outro. Lembro-me de criticar ferrenhamente a minha mãe por ter desistido de fazer vestibular e cursar uma universidade para estar junto de meu pai. Só fui entender o valor da abdicação dela mais tarde, ao morar com meus avós e ver que a inteligência não se faz somente sentada na cadeira da escola.
Quando vejo meus pais hoje juntos e minha mãe cursando a universidade, só consigo sorrir e pensar: Também quero um futuro assim pra mim!

domingo, 19 de agosto de 2007

A tentativa de uma Primavera (em julho)

Sua tola!
Ainda pensas
como se ontem mesmo houvesse partido!
O tempo, o esqueleto
Nada parece ter mudado
Ao mesmo tempo em que
Tudo mudou

-

Ela te salvou
De mais uma loucura
O sono
revigoroso
chegou para te fazer esquecer o que não foi...

-

Porque choras, bela mía?
Porque choras?
Voltei para os teus braços
Voltei pelos teus almaços
Que tanto sentimento me souberam descrever

-

Queres a mim, antigo amado?
Pois bem
tarde vieste
Nada mais poderá s (e) fazer

-

Bela mía, bela mía!
Não me digas isto!
Um coração tão inflamado
não pode transmitir estas palavras e mudar tão logo!
Por acaso me queres malograr com estes trechos e dilacerar o que meu coração queima em dizer?

-

Ó querido, quantas vezes quis eu ouvir palavras assim de ti
E quanto eu sofri por estar longe!
Mas agora é tarde
Não se pode voltar atrás

-

Ó minha amada, que tragédia a minha
Ao te conhecer não pensava que iria
Um dia sentir com toda intensidade
Queria sim, voltar ao momento em que menti
Em que desmereci tudo aquilo que senti

-

Ó meu caro, agora é tarde
Preciso ir!
Esperei demais por isso
Adeus

-

Ó por favor não vá, cara mía, não vá!
Queria ter mais um último instante
Um último respiro
Que tivesse a duração
De mais de uma eternidade!

-
-
A.E.F. /2007

domingo, 29 de julho de 2007

Um frio de renguear cusco!*

Curitiba esteve tão deliciosamente fria esta última semana que, ou se consegue um cobertor de orelha ou então se opta por líquidos calientes e bons livros. Ainda estou namorando a segunda opção e, para que vocês tenham uma idéia dos meus propósitos e me ajudem a decidir (grins), resolvi postar as opções momentâneas:

Piratas! , de Celia Rees, se passa no século 18 e retrata a história da inglesa Nancy Kington, filha de um mercador de açúcar e escravos e Minerva, escrava negra, que têm suas histórias traçadas pelo destino. A primeira, é levada após a morte de seu pai à Jamaica para se casar com Bartolomeu, a fim de quitar uma dívida de seu pai. Nancy tem seus olhos abertos para a verdade, ao perceber que é tão escrava quanto Minerva. O destino as leva a procurar uma vida mais perigosa, porém mais livre, na qual irão cruzar os mares, lutar tenebrosas batalhas contra seus inimigos e se envolver em arrebatadoras aventuras do coração.

Escrito em primeira pessoa, a autora traz o passado vividamente à tona, discutindo valores éticos e relatando a presença de mulheres em meio (dito) hostil.

Originalmente intitulado "Why men don´t listen and women can´t read maps" (porque os homens não ouvem e as mulheres não conseguem ler mapas), "Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor? ", de Alan e Barbara Pease, é um livro que, diferentemente do que vocês estão pensando, não trata de "passos a seguir para conseguir o verdadeiro amor" ou outros livros de auto-ajuda, embora não deixe de estar na sessão de auto-ajuda =P.
Retrata, de forma bem-humorada e sob uma visão científica, as diferenças entre homens e mulheres, mostrando como entender aquelas atitudes insanas - como a possessividade louca que (alguns) homens têm pelo controle remoto e porque eles têm tanto receio das DRs - e assim também resolver estes mistérios dos relacionamentos humanos.

Óbvio que já dei uma folheada e me matei de rir de algumas cenas...


"Muito Barulho por Nada", de William Shakespeare, é uma peça de teatro divertida e engenhosa, como só o grande Shakespeare era capaz de fazer. Como já vi o filme (na época em alemão), morro de curiosidade para ler a peça sob forma de roteiro e pocket.

Ela retrata tanto especificidades da época como o falar rebuscado italiano, assim como sentimentos muito conhecidos pela humanidade como ódio, inveja, intriga, amor e amizade (não necessariamente nesta ordem).

É algo divertido e tocante ao mesmo tempo. Não tem como não se sentir bem depois de ver o filme...
E aí? Qual a opinião alheia???

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Nacional internacional

Não sei se vocês, mas eu não costumo ser muito entusiasta do esporte diário, principalmente o de sentar na frente de um monitor e de perder meu tempo vendo os outros fazendo uso de suas energias com o fim de uma glória temporária. Prefiro usar meu tempo com coisas mais produtivas, como ler algum bom livro.
Mas não consegui deixar de me empolgar com o início dos jogos pan-americanos, mesmo tendo acompanhado parte dos rolos que aconteceram para a sua realização...
O legal é que, apesar dos problemas com as verbas e tudo o mais [que a gente nunca vai saber, pois ninguém sabe de fato tudo que corre por trás dos bastidores], o Brasil está conseguindo realizar um evento deste peso e, ainda por cima, ganhar ótimas colocações. A alegria da vitória, aliás, veio em boa hora, pois sobrepõem-se às lágrimas derramadas pelo acidente aéreo... [Aliás, me pergunto se esta cobertura em massa do Pan não se deve à um acobertamento dos problemas que poderiam/estão transparecer/endo no sistema aéreo!]
Enfim, independentemente do objetivo das coberturas, fiquei feliz em ver o Brasil jogando e ganhando no basquete e futebol femininos. Acho mesmo que os muchachos deveriam ter deixado antes o preconceito de lado, pois as mulheres estão com a bola toda - principalmente no futibas em que se mostraram superior em tática! =)

Alguém conhece algum lugar bom em Curitiba para se praticar basquete?!

terça-feira, 24 de julho de 2007

]--]]-

Pra ser sincera não aguento mais ouvir no acidente da TAM e saber de quanto os familiares das pessoas que morreram estão sofrendo. Parece cruel dizer isso, mas cansei de ouvir e ver os relatos vindos de jornalistas que só exploram o sofrimento humano! Eles fazem com que tudo pareça tão maior, tão incrivelmente anormal neste mundo atual, em que milhares de pessoas morrem todos os dias por falta de comida e água. Explorar o sofrimento humano, pode até ser uma tática viável para a mudança, mas confesso que me sinto mais revoltada com a abordagem que esta sendo feita do que impelida a fazer algo!




Ademais, o sofrimento sempre foi parte essencial para o aprendizado do ser humano. Não quero dizer com isso que acho justo que tantas pessoas sofram por desnutrição e desidratação, mas considero que podemos aprender com os erros dos outros e melhorar o que está ruim. Como Fernando Sabino mesmo fala em Encontro Marcado sobre um dos seus personagens:

De tudo ficaram três coisas: A certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro.

É muito fácil querer desistir. Werther, personagem do livro de Goethe, procurou este fim.

O desafio mesmo está em continuar, onde só se encontram escombros. Escombros de sentimentos aos quais só mesmo a esperança de um novo amanhã pode perseverar.

Que sejam encontrados motivos, mas também soluções.

Para que não se tenha que culpar a caixa de Pandora por ter deixado escapar também a esperança salvadora!

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